eîshow

O programa eishow tem como proposito: 

Inspirar empreendedores e inovadores a dar os primeiros passos em seus próprios negócios. 

Pode escolher. Já há mais de 100 programas no canal. Toda 3a. feira temos um novo programa no ar. 
 
Você vai ver GRANDES SACADAS e GRANDES CAGADAS de gente, de carne e osso, que faz acontecer. Toda terça-feira um novo programa aqui no eîshow, o seu canal do EMPREENDEDORISMO & INOVAÇÃO. 
Inscreva-se agora. Clique aqui: 
 
Entrevistas escritas complementares aos programas em video - estão sinalizadas na sequência abaixo pelos respectivos nomes dos programas.(alguns entrevistados concederam entrevistas mais longas, mais aprofundadas e que, portanto, demandaram mais tempo que os programas em vídeo. O conteúdo, absolutamente rico, relevante e acima de tudo fascinante, é transcrito abaixo, de forma completa, para aqueles que quiserem conhecer mais sobre o perfil desses nomes emblemáticos do mundo do EMPREENDEDORISMO & INOVAÇÃO)

 

Programa eîshow 06 2017 - Ele ensina, ele inova e ele faz II

Aqui está a entrevista completa em PDF para salvar em seu dispositivo e ler em seguida: Entrevista completa com Prof D.r Marcus Vinicius Fonseca.pdf (176159).

 

Programa eîshow 07 2017 - Ciclo de vida de uma START-UP

Aqui está a entrevista completa em PDF para salvar em seu dispositivo e ler em seguida:  Entrevista completa com Roberto Kanter - O Ciclo de vida de uma Start-up.pdf .

 

Programa eîshow 08 2017 - Bootcamp - o ponto de partida de sua START-UP

Aqui está a entrevista completa em PDF para salvar em seu dispositivo e ler em seguida: Entrevista completa Fernando Americano - Programa Bootcamp v04.pdf (260,6 kB) .

 

Programa eîshow 09 2017 - Tombou, aprendeu, levantou e ninguém mais segura

Aqui está a entrevista completa em PDF para salvar em seu dispositivo e ler em seguida:  Entrevista completa Luiz Felipe Costa programa 09.pdf (789,5 kB)  Caso prefira ler aqui mesmo, vá em frente

 

Programa eîshow 10 2017 - Tecnologia + Inovação = CIDADANIA

Aqui está a entrevista completa em PDF para salvar em seu dispositivo e ler em seguida: Entrevista completa Programa 10 - Tecnologia MAIS Inovação IGUAL CIDADANIA v02.pdf (468 kB)   Caso prefira ler aqui mesmo, vá em frente

 

Programa eîshow 13 2017 - Luiz, o nome que virou BROWNIE

Aqui está a entrevista completa em PDF para salvar em seu dispositivo e ler em seguida: Entrevista completa_Luiz, o nome que virou BROWNIE.pdf (457637)   Caso prefira ler aqui mesmo, vá em frente
      

Entrevista completa com Luiz Quinderé – Brownie do Luiz

Programa “Luiz, o nome que virou BROWNIE”

O Luiz é um jovem com aquela inquietude característica de todo empreendedor, ou seja, nunca está satisfeito, sempre em busca de mais e maiores desafios. Vai longe. Desde os 15 anos descobriu sua veia empreendedora, vendendo brownies, que produzia na cozinha de casa, para seus próprios colegas no recreio do colégio. Daí em diante vocês vão descobrir como seu nome virou sinônimo de BROWNIE, ou seja, como conquistou o que muitos profissionais de marketing sonham para seus produtos.

 

Luiz Quinderé

FM: Luiz, como começou o Brownie do Luiz?

LQ: Comecei no colégio. Eu levava para comer no recreio e meus colegas pediam. Eu sempre levava uns a mais e virava disputa e até mesmo “briga” entre eles. Foi aí que eu vi a oportunidade, comecei a fazer mais e levar para vender.

 

 

FM: Daí você entrou na faculdade, qual foi mesmo?

LQ: Entrei na PUC.

FM: E continuou vendendo seus brownies. Quando foi que deu aquele estalo e você resolveu transformar isso num negócio mesmo?

LQ: Eu fiquei produzindo em casa durante 6 anos. Num determinado dia eu fui convidado para dar uma entrevista no programa da Ana Maria Braga. Nessa época eu já estava no limite da capacidade de produção da minha casa.


 

FM: Como funcionava na sua casa? Era um imóvel grande?

LQ: Que nada. Era um apartamento de 2 quartos e eu usava a cozinha para produzir, a sala para embalar, e o corredor e o quarto de empregada para estoque. Meus pais estavam quase me expulsando de casa. Minha mãe dizia que até o arroz tinha cheiro de brownie. Vale uma ressalva, minha mãe sempre me apoiou muito e não ia me expulsar não. Mas percebi naquele momento que era hora de tomar o meu rumo.

 

FM: O momento foi após a repercussão de sua ida ao programa da Ana Maria Braga. Foi um ponto de inflexão em seu negócio, não foi?

LQ: Gigantesca. Eu não tinha a menor noção. Eu recebi 2.000 e-mails no dia seguinte. Fora da realidade de tudo que você possa imaginar. Eu recebi até pedido de casamento. Não foi um só. Teve até mesmo um com foto, assim: “Gostei de você e quero me casar”. Recebi proposta de investidor, centenas de pedidos de franquia.

FM: E as vendas?

LQ: As vendas se multiplicaram. Esse foi realmente o momento. Eu não poderia ficar mais produzindo em casa. Não tinha mais capacidade para atender à demanda.

FM: A Ana Maria Braga catapultou o seu negócio. O que você fez para conseguir atender a essa nova realidade do negócio?

LQ: Eu ainda não tinha a grana necessária para montar uma fábrica. Ou eu parava e teria sido uma brincadeira, essa minha experiência “empresarial”, ou partia para algo possível. Foi um momento de reflexão, quando eu parei, com 21 anos, para pensar se era exatamente isso que eu queria para minha vida. Foi quando surgiu a possibilidade de alugar part time uma cozinha industrial em São Conrado. Eu disse sim para mim mesmo, parti para alugar o espaço.

FM: Você contou com alguma ajuda externa até esse momento?

LQ: Não. Eu só juntava e reinvestia no negócio.

FM: Você já tinha maturidade para não gastar tudo que ganhava?

LQ: Isso. Eu guardava e ia investindo em ferramentas, formas, etc.

FM: A partir desse momento você começou a ter custos fixos, certo?

LQ: Foi. Eu precisei me organizar mais. Comecei a ter gente trabalhando comigo diretamente e com isso fui organizando uma estrutura, informal, mas já era uma estrutura. Foi uma menina lá da faculdade trabalhar comigo e nesse momento eu também levei a empregada lá de casa, a Vânia, para ser minha sócia. E o marido dela veio depois e também é meu sócio.

FM: Ele faz o que?

LQ: O Paulinho faz de tudo na fábrica. Ele inventa equipamentos, faz mobiliário, cuida de muita coisa aqui.

FM: Quanto tempo ficou com essa cozinha locada lá em São Conrado?

LQ: Aproximadamente um ano. A cozinha alugada ficou pequena e precisávamos de mais espaço para produzir. Foi quando nós abrimos nossa primeira fábrica, em Laranjeiras, onde hoje funciona uma loja, tendo sido a primeira, logo após a transferência da fábrica. Eu até aí era informal e precisava assumir a formalidade. Esse foi outro momento de reflexão, pois era um passo mais sério ainda.

FM: Como foi essa decisão?

LQ: Foi muito difícil. Eu sabia que era um caminho sem volta. E resolvi ir em frente.

FM: A fábrica de Laranjeiras não era muito grande. Era?

LQ: Não, mas como podíamos colocar todos nossos equipamentos e liberdade para trabalhar à noite, a capacidade de produção aumentou significativamente. Obviamente tinha um limite.

FM: Como foi a decisão de crescer mais ainda?

LQ: Foi mais um momento de reflexão. Precisava investir e muito. Eu tinha X e precisava de 2X para o próximo passo. Foi quando tive a ajuda financeira de minha mãe. Ela me emprestou o X que estava faltando.

FM: Foi aí que surgiu essa fábrica atual, na Praça da Bandeira. Você já pagou à sua mãe?

LQ: Aí tem uma história interessante. Minha mãe sempre quis ter um Centro de Yoga. Eu peguei o dinheiro e montei para ela o que ela tanto queria. Então foi algo muito legal, porque eu não paguei em dinheiro e nem ela havia me emprestado dinheiro. FOI SONHO POR SONHO.

FM: Isso é lindo. Parabéns! Eu conheci uma história parecida de um outro jovem empreendedor, junto com o irmão, que ao tentar pagar ao pai, este disse: “Nada disso. Agora somos sócios e vocês dois que trabalham e eu só recebo os dividendos”. Absolutamente maravilhosa essa sua frase que resume de forma magistral a sua ação: Foi sonho por sonho.

Vamos continuar. Temos aqui duas perguntas que não podem faltar. A primeira é: qual foi sua grande cagada?

LQ: Foram várias, mas acredito que tem uma que pode ser de grande valia falar aqui. É sobre sociedade.

FM: Você tem muitos sócios?

LQ: Tenho. Irmão, primo, ex-empregada, ex-porteiro e dois melhores amigos. Além de tudo são pilares da minha vida. Ou são família ou são grandes amigos. Isso envolve questões pessoais de minha vida.

FM: Senti que você teve problemas e obviamente é difícil falar. Passa pra gente uma dica para evitar problemas com sociedade.

LQ: Minha sugestão é deixar tudo bem claro e escrito. Colocando todas as possibilidades. Como se diz, “os pingos nos is”. A tendência no início é achar que por ser amigo muito íntimo ou família, que não vai dar problema. Dá sim e é importante discutir antes e deixar tudo bem claro.

FM: Ou seja, contratualmente, certo?

LQ: Exatamente isso. Conversar antes sobre as possibilidades que podem acontecer durante o relacionamento, de forma racional, e estabelecer contratualmente as possíveis saídas. Se deixar para a hora que o problema surgir, entra o emocional e aí estraga tudo.

FM: Muito bom! Muito boa dica. Vamos a outra pergunta importantíssima: qual foi sua grande SACADA?

LQ: Minha grande sacada foi o Veneno da lata.

FM: Como surgiu o Veneno da Lata? Conta pra gente os detalhes.

LQ: Eu fazia os brownies em tabuleiros e tinha que cortar retinho para encaixar nas embalagens. Deixava de fora as bordas, que sobravam e inicialmente iam para o lixo. A galera que me ajudava começou a comer e realmente é maravilhoso, crocante, mas com um pouquinho do macio da parte de dentro. Então eu pagava meus “ajudantes”,  meus amigos, com as bordas (risos). Havia por lá umas latas de achocolatado vazias, que eu guardava para fazer algo e não simplesmente jogar fora, com cuidado ecológico.

 

As latas estavam lá vazias, e foi aí que um falou em vender as bordas, o outro falou em colocar na lata, e outro deu o nome de VENENO da LATA em alusão às famosas latas que apareceram nas praias jogadas por traficantes.

FM: Isso é inovação pura. Inovação é isso. As ideias não nascem de uma única cabeça. Normalmente são compartilhadas. Show! Qual a participação desse produto nas vendas?

LQ: Hoje, mais de 50% das vendas é Veneno da lata. Inventamos até uma fôrma especial para poder fazer o produto sem depender das bordas.

FM: Olha aí mais uma inovação! Essa fôrma especial, a maneira de fazer direto o produto com as características das bordas. Tem mais alguma inovação que você gostaria de destacar?

LQ: Você quer ver uma coisa. Nós tínhamos um problema aqui na fábrica com nosso cortador e discutíamos muito sobre isso. O Paulinho, nosso homem da fábrica, saiu outro dia na rua, soldou um negócio aqui, outro ali e voltou com um cortador que é 10 vezes melhor. Isso também é inovação.

FM: Sem dúvida. Inovação não nasce do nada. Muito bom. Continuando, diz pra gente qual o grande diferencial da sua empresa?

LQ: A forma como tratamos nosso pessoal e consequentemente a forma como são tratados nossos clientes é nosso grande marketing. As pessoas pensam que nós fazemos muito marketing, mas não fazemos. Eu sinto que é uma coisa muito mais verdadeira pra gente do que querer mostrar para fora. Algumas empresas querem mostrar algo que elas não são. E a nossa forma é genuína e verdadeira.

FM: É muito importante essa sua preocupação com gente. Pode ter certeza que isso vai fazer a diferença no longo prazo. Parabéns!

LQ: Obrigado.

FM: Luiz, você coloca no seu website a receita do seu brownie. Você certamente confia muito no seu “taco”. É isso mesmo?

LQ: Olha, eu acredito que nosso brownie é muito mais do que uma simples receita. Há mais de mil receitas de brownie na internet e certamente algumas até mesmo melhores que a nossa. Então nós resolvemos disponibilizar e temos também um vídeo no youtube ensinando o passo a passo. Acreditamos que as pessoas fazendo a nossa receita ajudam a divulgar nosso produto. Elas não estão fazendo brownie, elas estão fazendo o Brownie do Luiz.

https://browniedoluiz.com.br/

FM: Como surgiu a parceria com a Bela Gil?

LQ: Nós tínhamos uma demanda muito grande por um produto mais dentro dessa linha fit, sem glúten, etc. Ela não tinha nenhum produto Bela Gil. Ou seja, ela tinha a demanda dela e nós a nossa. Foi só juntar. E ela é uma pessoa linda, maravilhosa. Ela é exatamente aquilo que aparece na TV, uma pessoa doce e genuinamente preocupada com o bem-estar das pessoas.

FM: Vamos aos números. Quantas lojas você tem? E em quantos pontos de venda podemos encontrar o seu produto?

LQ: São 4 lojas: Laranjeiras, Leblon, Praça da Bandeira e a mais nova que deve abrir em breve, será em Copacabana, dividindo espaço com a Vezpa. São mais de 360 pontos de venda espalhados no Rio e São Paulo. Ao entrar no site é só digitar o endereço que aparece o ponto de venda mais próximo.

https://browniedoluiz.com.br/

FM: Explica essa novidade aí. Será um store in store ou dividindo espaço mesmo com a Vezpa?

LQ: Vamos dividir mesmo. Um lado será Vezpa e no outro será Brownie do Luiz, com um setor de mesas e cadeiras no meio.

FM: Quantos brownies produzidos e vendidos por mês?

LQ: mais de 70.000 brownies/mês.

FM: Há uma cerveja nova com sua marca. Fala um pouquinho dela.

LQ: É um produto desenvolvido em parceria com o pessoal da Brewing Friends, co-branding “Three Monkeys” e “Brownie do Luiz”. É uma Brownie Ale, muito saborosa, com muito cacau.                                                                                                              

FM: Hoje há muita gente querendo empreender. Há muito glamour na palavra empreendedor. Talvez nem todos saibam da dificuldade real de ser um empreendedor. Como você vê isso?

LQ: Todo mundo quer ser empreendedor, mas a galera não sabe o que é ser empreendedor. Não sabem mesmo, não tem noção. Pensam por exemplo, que eu estou cheio da grana, e não estou. Não sabem o quanto trabalhei para chegar até aqui e ainda estou muito longe. Alguns jovens vêm me procurar atrás de mentoria e eu digo, que legal! Você quer empreender mesmo, então precisa conhecer o que é de fato empreender. O empreendedorismo é uma das maiores forças de transformação social do mundo, mas precisa ser desmistificada.

FM: Eu trabalhei muito tempo com franquias e tive que dizer muito não para candidatos a franqueado, ou seja, reprovar mesmo, por perfil inadequado. Alguns pensavam que franquia fosse muito fácil, já que o franqueador tinha a fórmula do sucesso, bastaria contratar um bom gerente e viajar, ir pra praia... Definitivamente não é assim.

LQ: Você veja eu aqui. Eu movimento 40 pessoas por dia. É muita ralação. Há uma pesquisa da Endeavor que mostra que 80% dos estudantes querem ser empreendedores. Acho lindo. Aí você vai mais a fundo. Por que eles querem ser empreendedores? Porque querem trabalhar menos, ganhar mais e não ter chefe. É tudo errado. Se o objetivo é esse, vão se frustrar lá na frente. Você certamente vai trabalhar muito mais e ganhar muito menos no início.

FM: E em função do risco, vai ter muito mais tensão e ser o mais exigente chefe, de si mesmo. Vai se cobrar muito mais. Eu li uma entrevista outro dia com um cara que trabalhou alguns anos na Forbes, revista que edita anualmente a lista dos mais ricos do mundo. Ele saiu de lá e hoje é um empreendedor. Resolveu escrever um livro, aproveitando toda sua experiência sobre grandes riquezas. Entre outras coisas ele dizia que na lista dos mais ricos do planeta, 2/3 eram empreendedores. O mais interessante de tudo, dito por ele, eram as pessoas que mais horas trabalhavam no mundo. O terço restante era, segundo ele, composto de “espermas sortudos”, que receberam heranças e souberam administrá-las, pelo menos até o momento da pesquisa.

FM: Luiz, vamos falar um pouco sobre suas dificuldades depois da formalização de sua empresa. Como foi essa transição para você?

LQ: Fiquei muito decepcionado. Desiludido com o país, em função de toda a dificuldade imposta ao empreendedor.

FM: Muita burocracia, não é mesmo? Há muitos entraves e barreiras governamentais, além da complexidade tributária, que impedem que o empreendedor se concentre no seu negócio.

LQ: Olha bem. Eu sou de uma família de boa renda, estudei em boas escolas, tenho um bom network e sou privilegiado por n fatores. Para mim está sendo muito difícil, imagina para os demais? Eu acho que a gente hoje é uma força ainda muito pequena, mas gostaria de um dia poder de alguma forma ajudar a transformar o Brasil num país mais fácil para empreender.

FM: Bacana! Você, um jovem, com essa preocupação política. Muito legal.

LQ: Eu pretendo continuar com essa empresa para o resto da minha vida. E é meu objetivo ser grande um dia para ter influência e poder de alguma maneira ajudar a mudar.

FM: Você pretende ser um agente de transformação não só empreendendo, mas também promovendo mudanças na forma do Estado lidar com o empresário. Muito bacana mesmo.

LQ: Eu percebo que todos falam mal. É muito fácil apontar os erros. Você tira a culpa de você mesmo e joga para o lado. Eu pretendo ser parte ativa da mudança.

FM: Nós precisamos ter mais jovens que acreditem nisso. Uma grande parte está pensando em ir embora do país. No entanto, temos que ter gente com esse seu pensamento de querer mudar.

LQ: É difícil, mas não é impossível.

FM: Luiz, parabéns por tudo que vi aqui, pela sua postura e visão política e principalmente pela sua gestão com foco na valorização das pessoas. Você será um grande, não tenho dúvidas disso.

 

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